Estudo sobre a privação em semiótica

dc.creatorNestor, Paulo Henrique do Espirito Santo
dc.creatorMilani, Sebastião Elias
dc.date.accessioned2021-07-26T11:19:51Z
dc.date.available2021-07-26T11:19:51Z
dc.date.issued2011-12
dc.description.abstractThis article of Linguistic Historiography discusses the deprivation, a component of the test in Semiotics of Greimas. The test was presented in the inventory of functions developed by Propp (1984a), who identified them through analysis of the Russian folktales. Greimas (1973) promoted a reduction of the functions of Propp and retained the notion of test linking it with other concepts of his theory. Later, Greimas and Courtés (2008) wrote that the test consists of three utterances: confrontation, domination and consequence. In consequence, the deprivation is its negative form as opposed to its positive form, the acquisition. If on the axis of the consecution the consequence is the last of the constituent utterances of the test and its resultant is deprivation, them is the closure of the axis. However, as suggested by Greimas and Courtés (2008), this axis can be replaced by the assumptions on which the consequence implies the domination, which implies the confrontation. This new focus suggests that the deprivation can stand as a determinant in the first utterance of the test, a start. It is this possibility that this article is based, in order to deepen in the theoretical issues concerning the narrative organization.pt_BR
dc.description.resumoEste artigo de Historiografia Linguística discorre sobre a privação, um componente da prova na Semiótica de Greimas. A prova foi apresentada no inventário das funções elaborado por Propp (1984a), que a identificou através da análise dos contos de magia russos. Greimas (1973) promoveu uma redução das funções de Propp e manteve a noção de prova, articulando-a com os demais conceitos de sua teoria. Posteriormente, Greimas e Courtés (2008) escreveram que a prova é constituída por três enunciados: defrontação, dominação e consequência. Na consequência, a privação é sua forma negativa, opondo-se à forma positiva, a aquisição. Se, no eixo das consecuções, a consequência é o último dos enunciados constitutivos da prova e a privação é sua resultante, então essa última é o arremate do eixo. Contudo, como sugeriram Greimas e Courtés (2008), esse eixo pode ser substituído pelo das pressuposições, em que a consequência pressupõe a dominação, que pressupõe a defrontação. Esse novo enfoque permite considerar que a privação pode se colocar como determinante no primeiro enunciado da prova, ou seja, um começo. É sobre essa possibilidade que este artigo se orienta, com o objetivo de aprofundar nas questões teóricas referentes à organização narrativa.pt_BR
dc.identifier.citationNESTOR, Paulo Henrique do Espirito Santo; MILANI, Sebastião Elias. Estudo sobre a privação em semiótica. Via Litterae, Anápolis, v. 3, n. 2, p. 373-383, jul./dez. 2011.pt_BR
dc.identifier.issn2176-6800
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/handle/ri/19714
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras - FL (RG)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectPrivaçãopt_BR
dc.subjectSemióticapt_BR
dc.subjectProvapt_BR
dc.subjectDeprivationpt_BR
dc.subjectTestpt_BR
dc.subjectSemioticspt_BR
dc.titleEstudo sobre a privação em semióticapt_BR
dc.title.alternativeStudy about the deprivation in semioticspt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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