Colonialidades do bem-estar: perspectivas indígenas Karajá e Javaé e não indígenas

dc.creatorZanini, Daniela Sacramento
dc.creatorFernandes, Iorhana Almeida
dc.creatorNazareno, Elias
dc.creatorMendonça, Tamiris Maia Gonçalves Pereira
dc.date.accessioned2025-12-30T12:02:44Z
dc.date.available2025-12-30T12:02:44Z
dc.date.issued2025-07-28
dc.description.abstractThis study analyzes conceptions of well-being among Karajá and Javaé Indigenous men and women and non-Indigenous individuals in the Brazilian Midwest, examining how gender influences these perceptions. Grounded in decolonial approaches and critical perspectives on the dominance of WEIRD well-being models, six focus groups and a validation session were conducted with Indigenous university students at the Universidade Federal de Goiás Intercultural Education course and non-Indigenous adults. Participants responded to three guiding questions, and data were analyzed using word clouds and semantic networks. Findings indicate that interpersonal and family relationships are central to well-being across all groups. However, Indigenous participants emphasized community life, cultural traditions, and spirituality, whereas non-Indigenous groups highlight self-care, personal achievements, and emotional stability. Gender analysis showed distinct social roles, particularly among Indigenous women, whose well-being is deeply connected to family and community ties. The contrasts observed underscore the need to integrate plural epistemologies and cultural contexts in the understanding of well-being. This study contributes to a more critical, inclusive, and context- sensitive Positive Psychology, moving beyond universalist assumptions and embracing the diversity of life experiences and values.
dc.description.abstractEste estudio analiza las concepciones de bienestar entre hombres y mujeres indígenas de los pueblos karajá y javaé, y personas no indígenas de la región Centro-Oeste de Brasil, considerando los efectos del género en dichas percepciones. Con base en enfoques decoloniales y críticas a los modelos hegemónicos WEIRD de bienestar, se realizaron seis grupos focales y un grupo operativo para validar la participación de estudiantes indígenas de Licenciatura Intercultural de la Universidad Federal de Goiás (UFG) y adultos no indígenas. Las respuestas a tres preguntas se analizaron mediante nubes de palabras y redes de sentido. Los resultados muestran que las relaciones interpersonales y familiares son fundamentales para el bienestar en todos los grupos. No obstante, entre los indígenas se destaca la vida comunitaria, la cultura y la espiritualidad, mientras que entre los no indígenas sobresalen el autocuidado, los logros individuales y la estabilidad emocional. El análisis de género evidencia la influencia de los roles sociales, especialmente en mujeres indígenas, cuyo bienestar se vincula a la familia y la comunidad. Estas diferencias revelan la necesidad de incorporar epistemologías diversas y contextos culturales en la comprensión del bienestar, para que así se contribuya a una Psicología Positiva más crítica, plural y respetuosa de la diversidad cultural.
dc.description.resumoEste estudo analisa as concepções de bem-estar entre homens e mulheres indígenas dos povos Karajá e Javaé e não indígenas da região Centro-Oeste do Brasil, considerando os efeitos do gênero na construção dessas percepções. Fundamentado em abordagens decoloniais e críticas à hegemonia dos modelos WEIRD de bem-estar, foram realizados seis grupos focais e um grupo operativo para validação com participação de indígenas estudantes da Licenciatura Intercultural da Universidade Federal de Goiás (UFG) e adultos não indígenas. As respostas às três perguntas norteadoras foram analisadas por meio de nuvens de palavras e redes de sentido. Os resultados indicam que, em todos os grupos, relações interpessoais e familiares aparecem como centrais para o bem-estar. No entanto, entre os indígenas, há ênfase nas relações comunitárias, cultura e espiritualidade; entre os não indígenas, sobressaem o autocuidado, conquistas individuais e estabilidade emocional. A análise de gênero revela a influência de papéis sociais distintos, especialmente entre mulheres indígenas, cuja percepção de bem-estar está fortemente ligada à família e à vida comunitária. As diferenças encontradas evidenciam a importância de considerar epistemologias plurais e contextos culturais na compreensão do bem-estar. Contribui-se, assim, para uma Psicologia Positiva mais crítica, inclusiva e sensível à diversidade de modos de vida.
dc.identifier.citationZANINI, Daniela Sacramento; FERNANDES, Iorhana Almeida; NAZARENO, Elias; MENDONÇA, Tamiris Maia Gonçalves Pereira. Colonialidades do bem-estar: perspectivas indígenas Karajá e Javaé e não indígenas. Psicologia: ciência e profissão, São Paulo, v. 45, e299202, 2025. Número especial. DOI: 10.1590/1982-3703003299202. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pcp/a/TwRmxGStYFfSWzdLXrdKzjJ/?lang=pt. Acesso em: 28 nov. 2025.
dc.identifier.doi10.1590/1982-3703003299202
dc.identifier.issn1414-9893
dc.identifier.issne- 1982-3703
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29224
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de História - FH (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBem-estar
dc.subjectPovos indígenas
dc.subjectDecolonialidade
dc.subjectGênero
dc.subjectWell-being
dc.subjectIndigenous people
dc.subjectDecoloniality
dc.subjectGender
dc.subjectBienestar
dc.subjectPueblos indígenas
dc.subjectDecolonialidad
dc.subjectGénero
dc.titleColonialidades do bem-estar: perspectivas indígenas Karajá e Javaé e não indígenas
dc.title.alternativeColonialities of well-being: Karajá and Javaé indigenous and non-indigenous perspectives
dc.title.alternativeColonialidades del bienestar: perspectivas indígenas Karajá y Javaé y no indígenas
dc.typeArtigo

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