Perfil de resistência antimicrobiana do Streptococcus agalactiae em parturientes atendidas em hospital público de Goiânia: implicações para a profilaxia intraparto

dc.creatorAmaral, Waldemar Naves do
dc.creatorPires, Telma Sousa
dc.creatorCardoso, Juliana Lamaro
dc.creatorGarcia, Weslley José Moreira
dc.creatorSousa, Bruna Rodrigues de
dc.date.accessioned2026-05-22T14:37:42Z
dc.date.available2026-05-22T14:37:42Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractThis study aimed to assess the prevalence of Streptococcus agalactiae colonization among parturients admitted to a public referral hospital in Goiânia, Brazil, and to characterize the antimicrobial resistance profile of the isolates, emphasizing implications for intrapartum prophylaxis. A cross-sectional study was conducted with 206 pregnant women between 35 and 37 weeks of gestation at the Dona Íris Maternity Hospital. Identification of S. agalactiae was performed using Todd-Hewitt selective broth culture, confirmed by chromogenic agar and real-time PCR (qPCR). Antimicrobial susceptibility was determined according to the 2024 BrCAST/EUCAST guidelines using the disk diffusion method on Mueller-Hinton agar supplemented with 5% horse blood and β-NAD. The prevalence of maternal colonization was 25.7% by qPCR and 20.4% by culture, with the vaginal site being the most affected (41.8%) and combined vaginal–anal colonization accounting for 25.4%. High susceptibility was observed to β-lactam antibiotics—penicillin (85.5%), ampicillin (92.8%), and ceftriaxone (96.4%)—while significant resistance was detected to clindamycin (83.6%), erythromycin (54.6%), and tetracycline (70.9%). No sociodemographic or obstetric variables were significantly associated with colonization. In conclusion, β-lactams remain the first-choice agents for intrapartum prophylaxis, whereas high resistance rates to macrolides and lincosamides reinforce the need for individualized antimicrobial susceptibility testing in penicillin-allergic women. The progressive incorporation of rapid molecular methods such as qPCR, in association with conventional culture, can enhance screening accuracy and support evidence-based strategies for preventing S. agalactiae infections in obstetric care.
dc.description.resumoO estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de colonização por Streptococcus agalactiae em parturientes atendidas em um hospital público de referência em Goiânia (GO) e caracterizar o perfil de resistência antimicrobiana das cepas isoladas, com ênfase nas implicações para a profilaxia intraparto. Trata-se de um estudo transversal realizado com 206 gestantes entre 35 e 37 semanas, admitidas no Hospital e Maternidade Dona Íris. A identificação do S. agalactiae foi realizada por cultura em meio Todd-Hewitt e confirmada por ágar cromogênico e qPCR. O perfil de suscetibilidade foi determinado conforme o protocolo BrCAST/EUCAST (2024), por meio de disco-difusão em ágar Mueller-Hinton suplementado com sangue de cavalo e β-NAD. A prevalência de colonização materna foi de 25,7% pela qPCR e 20,4% pela cultura, com predomínio do sítio vaginal (41,8%) e da colonização simultânea vaginal e anal (25,4%). Observou-se alta sensibilidade aos β-lactâmicos — penicilina (85,5%), ampicilina (92,8%) e ceftriaxona (96,4%) — e elevada resistência à clindamicina (83,6%), eritromicina (54,6%) e tetraciclina (70,9%). Nenhuma variável sociodemográfica ou obstétrica apresentou associação significativa com a colonização. Ao final, pode-se concluir que os β-lactâmicos permanecem como primeira escolha para a profilaxia intraparto, enquanto a resistência expressiva a macrolídeos e lincosamidas demanda antibiograma individualizado em gestantes alérgicas à penicilina. A incorporação de métodos moleculares rápidos, como a qPCR, associada à cultura convencional, pode fortalecer o rastreamento e aprimorar as estratégias de prevenção baseadas em evidências.
dc.identifier.citationAMARAL, Waldemar Naves do et al. Perfil de resistência antimicrobiana do Streptococcus agalactiae em parturientes atendidas em hospital público de Goiânia. Revista Goiana de Medicina, Goiânia, v. 67, n. 69, e25634, 2025. DOI: 10.63162/v67n69e25634. Disponível em: https://www.amg.org.br/osj/index.php/RGM/article/view/634. Acesso em: 19 maio 2026.
dc.identifier.doi10.63162/v67n69e25634
dc.identifier.issn3085-752X
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30463
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectGroup B streptococcus
dc.subjectAntimicrobial susceptibility
dc.subjectMaternal colonization
dc.subjectPost-exposure prophylaxis
dc.subjectBeta-lactams
dc.subjectEstreptocccus do grupo B
dc.subjectSuscetibilidade antimicrobiana
dc.subjectColonização materna
dc.subjectColonização materna
dc.subjectProfilaxia pós- exposição
dc.subjectBeta-lactâmicos
dc.titlePerfil de resistência antimicrobiana do Streptococcus agalactiae em parturientes atendidas em hospital público de Goiânia: implicações para a profilaxia intraparto
dc.title.alternativeAntimicrobial resistance profile of Streptococcus agalactiae in parturients treated at a public hospital in Goiânia: implications for intrapartum prophylaxis
dc.typeArtigo

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