Ângulos não treinados também são contemplados? Uma análise da transferência de força dinâmica e isométrica após o treinamento com diferentes amplitudes de movimento
| dc.creator | Evangelho, Paulo Ricardo de David | |
| dc.creator | Simões, Marina Gurgel | |
| dc.creator | Rodrigues, Deivid Ribeiro | |
| dc.creator | Lacerda, Lucas Túlio de | |
| dc.creator | Costa, Gustavo de Conti Teixeira | |
| dc.creator | Castro, Henrique de Oliveira | |
| dc.creator | Pedrosa, Gustavo Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-27T11:55:17Z | |
| dc.date.available | 2026-04-27T11:55:17Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | Introduction: It still is questionable to what extent the acquired range of motion (ROM) can be transferred to an untrained angle. Objective: Investigate whether the ROM manipulation in the knee extensor exercise influences the transfer force to untrained angle, considering dynamic and isometric measures. Methods: 20 untrained young women were randomized in two groups: Initial partial ROM (IPA: 100° - 65° knee flexion, n = 10) and final partial ROM (FPA: 65° - 30°, n = 10). The program consisted in 12 training weeks, realized three times per week with intensity and volume equivalent. Before and after the intervention, all the participants were submitted the one repetition maximum (1RM) tests in the two ROM and the maximum voluntary isometric contraction (MVIC) test in the 30° and 100°. The force transfer was quantified for the force transfer coefficient (TC) calculation. Results: In 1RM test, the IPA group presented greater CT (0,61) than FPA group (0,36). In MVIC test, FPA group obtained greater CT (0,56) than IPA (0,008). Conclusion: The ROM manipulation influences directly force transfer. FPA training increased greater TC maximum to other ROMs in dynamic tests, while the FPA training increased greater TC in untrained angles during isometric contractions suggesting specific adaptations according to the type of stimulus. | |
| dc.description.abstract | Introducción: Todavía es cuestionable hasta qué punto la fuerza adquirida en una determinada amplitud de movimiento (ADM) puede transferirse a ángulos no entrenados. Objetivo: Investigar si la manipulación de la ADM en el ejercicio de extensión de rodillas en banco influye en la transferencia de fuerza hacia ángulos no entrenados, considerando medidas dinámicas e isométricas. Métodos: 20 voluntarias no entrenadas fueron asignadas aleatoriamente en dos grupos: amplitud parcial inicial (API: 100°–65° de flexión de rodilla, n = 10) y amplitud parcial final (APF: 65°–30°, n = 10). El programa consistió en 12 semanas de entrenamiento, realizado tres veces por semana con intensidad y volúmenes equiparados. Antes y después de la intervención, todas las participantes fueron sometidas a pruebas de una repetición máxima (1RM) en las das franjas de ADM y a pruebas de contracción isométrica voluntaria máxima (CIVM) en los ángulos de 30° y 100°. La transferencia de fuerza fue cuantificada mediante el cálculo del coeficiente de transferencia de fuerza (CT). Resultados: En 1RM, el grupo API presentó mayor CT (0,61) en comparación con el grupo APF (0,36). En CIVM, el grupo APF obtuvo mayor CT (0,56) en relación con el grupo API (0,008). Conclusión: La manipulación de la ADM influye de forma directa en la CT. El entrenamiento en API favorece una mayor CT máxima hacia otras ADM en pruebas dinámicas, mientras que el entrenamiento en APF promueve una mayor CT en ángulos no entrenados durante contracciones isométricas, lo que sugiere adaptaciones específicas según el estímulo. | |
| dc.description.resumo | Introdução: Ainda é questionável até que ponto a força adquirida em determinada amplitude de movimento (ADM) pode ser transferida para ângulos não treinados. Objetivo: Investigar se a manipulação da ADM no exercício banco extensor de joelhos influencia a transferência de força para ângulos não treinados, considerando medidas de força dinâmicas e isométricas. Métodos: 20 jovens não treinadas foram randomizadas em dois grupos de treinamento diferenciados pela ADM: amplitude parcial inicial (API: 100°–65° de flexão de joelho, n = 10) e amplitude parcial final (APF: 65°–30°, n = 10). O programa consistiu de 12 semanas de treinamento, realizado três vezes por semana com intensidade e volumes equiparados. Antes e após a intervenção, todas as participantes foram submetidas a testes de uma repetição máxima (1RM) nas duas faixas de ADM e a testes de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) nos ângulos de 30° e 100°. A transferência de força foi quantificada pelo cálculo do coeficiente de transferência de força (CT). Resultados: No teste de 1RM, o grupo API apresentou maior CT (0,61) em comparação ao grupo APF (0,36). No teste de CIVM, o grupo APF obteve maior CT (0,56) em relação ao grupo API (0,008). Conclusão: A manipulação da ADM influência de forma direta a transferência de força. O treinamento em API favorece maior transferência de força máxima para outras ADM em testes dinâmicos, enquanto o treinamento em APF promove maior transferência de força em ângulos não treinados durante contrações isométricas, sugerindo adaptações específicas conforme o tipo de estímulo. | |
| dc.identifier.citation | EVANGELHO, Paulo Ricardo de David et al. Ângulos não treinados também são contemplados? Uma análise da transferência de força dinâmica e isométrica após o treinamento com diferentes amplitudes de movimento. Revista Panorâmica, Barra do Garças, v. 48, p. 128-143, 2025. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1835. Acesso em: 24 abr. 2026. | |
| dc.identifier.issn | 2238-9210 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30185 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.department | Faculdade de Educação Física e Dança - FEFD (RMG) | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject | Treinamento de força | |
| dc.subject | Amplitude de movimento | |
| dc.subject | Coeficiente de transferência | |
| dc.subject | Isometria | |
| dc.subject | Treinamento dinâmico | |
| dc.subject | Resistance training | |
| dc.subject | Range of motion | |
| dc.subject | Transfer coefficient | |
| dc.subject | Isometric | |
| dc.subject | Dynamic | |
| dc.subject | Entrenamiento de fuerza | |
| dc.subject | Amplitud de movimiento | |
| dc.subject | Coeficiente de transferencia | |
| dc.subject | Isometría | |
| dc.subject | Entrenamiento dinámico | |
| dc.title | Ângulos não treinados também são contemplados? Uma análise da transferência de força dinâmica e isométrica após o treinamento com diferentes amplitudes de movimento | |
| dc.title.alternative | Are untrained angles also considered? A dynamic and isometric transfer force analysis after different range of motion training | |
| dc.title.alternative | ¿Se consideran también los ángulos sin entrenamiento? Un análisis de la transferencia de fuerza dinámica e isométrica tras el entrenamiento con diferentes rangos de movimiento | |
| dc.type | Artigo |
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