Estética da manipulação: interações enganosas, ilusão de escolha e performatividade das interfaces

dc.creatorRocha, Marcio Alves da
dc.creatorRocha, Cleomar de Sousa
dc.creatorPassos, Ravi Figueiredo
dc.date.accessioned2026-01-29T11:38:35Z
dc.date.available2026-01-29T11:38:35Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractLa interfaz gráfica, como artefacto de interacción casi omnipresente hoy en día, merece su lugar de estudio dentro de la cultura y específicamente dentro de la cultura visual, especialmente con respecto a sus implicaciones culturales y sociales. El término "interfaz" describe una intersección o conexión entre diferentes sistemas informáticos que hace uso de componentes de hardware y programas de software para permitir el intercambio y la transmisión de información digital a través de protocolos de comunicación. La interfaz también describe la conexión entre el ser humano y la máquina en la que el usuario humano interactúa como medio para operar e influir en los componentes de software y hardware de un sistema digital. Una interfaz permite a los humanos comunicarse con tecnologías digitales, así como generar, recibir e intercambiar datos, conocidas como interfaces gráficas de usuario. Existe pues toda una «cultura de la interfaz» tal como la encarna Steve Johnson (1999), que merece ser considerada, estudiada, difundida y debatida en el seno de la comunidad académica, sobre todo porque constituye un campo importante en el campo de la producción de imágenes y de las imágenes técnicas, su fructificación, sus implicaciones socioculturales, cognitivas y la producción de significados. Por supuesto, no todas las interfaces son gráficas, imaginarias o representativas. Este artículo, sin embargo, es una primera iniciativa para abordar algunos de estos aspectos e insertar la interfaz, a través de un enfoque multifacético de la tecnología y la mitología de las máquinas, comparándola con la magia, la ilusión y la performance, y cuestionando nuestra creencia en la tecnología, sobre todo, la naturaleza performativa de estas interacciones. Al discutir todas estas cuestiones, se entrelazan varias disciplinas para determinar qué autoridad corresponde a temas como la filosofía de la inteligencia artificial y los artefactos predecesores de las computadoras actuales. Éste es el terreno impreciso de la transdisciplinariedad: un terreno arenoso, donde se pretende discutir algunos aspectos filosóficos, pero toca la cognición, las interfaces y la interacción humana, la filosofía de las máquinas, pero sobre todo: la ilusión, la magia y el carácter performativo que permea estas disciplinas. Después de todo, la tecnología puede no ser muy diferente de la magia, pero ambas ocurren sólo en “tiempos” y “etapas” diferentes. La ilusión y la performance, como se pretende argumentar, llenan los vacíos allí donde la tecnología no actúa, porque no es infalible, sino parte de un proceso ilusorio de cómo la entendemos y cómo llena los vacíos de nuestra vida cotidiana. La tecnología es una herramienta que necesita sostener las expectativas humanas de remediar los problemas humanos, pero para avanzar, debemos creer en la ilusión que creamos para nosotros mismos. Aquí es donde la ilusión y los aspectos mágicos y performativos de la tecnología toman su lugar como medio para comprender la interacción humana con las máquinas, las interfaces físicas, cognitivas y perceptivas. Para corroborar este argumento se utilizan como elementos de analogía la máquina conocida como “El Turco”, así como otras máquinas históricas.
dc.description.abstractThe graphical interface, as an artifact of interaction almost ubiquitous nowadays, deserves its place of study within the culture and specifically within the visual culture, especially with respect to its cultural and social implications. The term "interface" describes an intersection or connection between different computer systems that makes use of hardware components and software programs to allow the exchange and transmission of digital information through communication protocols. The interface also describes the connection between the human being and the machine in which the human user interacts as a means of operating and influencing the software and hardware components of a digital system. An interface allows humans to communicate with digital technologies, as well as generating, receiving and exchanging data, known as graphical user interfaces. There is therefore an entire 'interface culture' as embodied by Steve Johnson (1999), which deserves to be considered, studied, disseminated and debated within the academic community, especially since it constitutes an important field in the field of imagery production and technical images, its fruition, its socio-cultural, cognitive implications and the production of meanings. Of course, not all interfaces are graphic, imagery, or representational. This article, however, is a first initiative to address some of these aspects and to insert the interface, through a multifaceted approach to technology and machine mythology, comparing it with magic, illusion and performance, and questioning our belief in technology, above all, the performative nature of these interactions. In discussing all these questions, various disciplines are interwoven in determining which authority belongs to such subjects as the artificial intelligence philosophy and the predecessor artifacts of today's computers. This is the imprecise terrain of transdisciplinarity: a sandy terrain, where it is intended to discuss some philosophical aspects, but touches the cognition, the interfaces and the human interaction, the philosophy of the machines, but above all: the illusion, the magic and the performative nature that permeate these disciplines. After all, the technology may not be very different from magic, but they occur only in different 'times' and 'stages'. Illusion and performance, as one pretends to argue, fills in the gaps where technology does not act, because it is not infallible, but part of an illusory process of how we understand it and how it fills the gaps of our everyday life. Technology is a tool that needs to sustain human expectation to remedy human problems, but to move forward, we must believe in the illusion we create for ourselves. This is where the illusion and the magical and performative aspect of technology take its place as a means to understand human interaction with machines, physical, cognitive and perceptual interfaces. To corroborate this argument, the machine known as' The Turk’, as well as other historical machines, are used as elements of analogy.
dc.description.resumoA interface gráfica, como artefato de interação quase onipresente nos dias atuais, merece seu lugar de estudo dentro da cultura e, especificamente, dentro da cultura visual, principalmente no que diz respeito às suas implicações culturais e sociais. O termo "interface", descreve uma interseção ou ligação entre diferentes sistemas de computador que faz uso de componentes de hardware e programas de software para permitir a troca e transmissão de informações digitais através de protocolos de comunicação. A interface também descreve a conexão entre o ser humano e a máquina, em que o usuário humano realiza interação como um meio de operar e influenciar os componentes de software e hardware de um sistema digital. Uma interface permite que os seres humanos se comuniquem com as tecnologias digitais, além de gerar, receber e trocar dados, conhecidas como interfaces gráficas do usuário. Designers e artistas, no campo da arte interativa, vêm realizando pesquisas sobre interação homem-máquina há vários anos. Há, portanto, toda uma ‘cultura intrínseca da interface’, conforme trazia Steve Johnson (1999), que merece ser considerada, estudada, difundida e debatida dentro da comunidade acadêmica, sobretudo, porque constitui um campo importante no tocante a produção imagética e das imagens técnicas, sua fruição, suas implicações sócio-culturais, cognitivas e na produção de sentidos.Entretanto, nem todas as interfaces são gráficas, imagéticas ou representacionais. Este artigo trata de uma primeira iniciativa de abordar alguns desses aspectos e inserir a interface, por meio de uma abordagem multifacetada da tecnologia e a mitologia das máquinas, comparando-a com a mágica, a ilusão e a performance, e questionando a nossa crença na tecnologia, sobretudo, a natureza performática dessas interações. Afinal, a tecnologia pode não ser muito diferente da mágica, mas ocorrem apenas em ‘épocas’ e ‘palcos’ diferentes. Ilusão e performance, como pretende-se argumentar, preenche as lacunas onde a tecnologia não atua, porque ela não é infalível, mas sim parte de um processo ilusório de como a compreendemos e de como ela preenche as lacunas do nosso cotidiano. A tecnologia é uma ferramenta que precisa sustentar a expectativa humana para remediar problemas humanos, mas, para avançar, precisamos acreditar na ilusão que criamos para nós mesmos. É aí que a ilusão e o aspecto mágico e performático da tecnologia tomam seu lugar como um meio para entender a interação humana com as máquinas, interfaces físicas, cognitivas e perceptivas. Para corroborar este argumento, são utilizados como elementos de analogia, a máquina conhecida como ‘O Turco”, além de outras máquinas históricas.
dc.identifier.citationROCHA, Márcio Alves da; ROCHA, Cleomar de Sousa; PASSOS, Ravi. Estética da manipulação: interações enganosas, ilusão de escolha e performatividade das interfaces. Contribuciones a las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 18, n. 5, e18301, 2025. DOI: 10.55905/revconv.18n.5-427. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/18301. Acesso em: 22 jan. 2025.
dc.identifier.doi10.55905/revconv.18n.5-427
dc.identifier.issn1988-7833
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29539
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Artes Visuais - FAV (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectCultura da interface
dc.subjectdesign de interação
dc.subjectTecnologia
dc.subjectPerformance
dc.subjectCultura de la interfaz
dc.subjectDiseño de interacción
dc.subjectTecnología
dc.subjectArtes performativas
dc.subjectInterface culture
dc.subjectInteraction design
dc.subjectTechnology
dc.subjectPerformative arts
dc.titleEstética da manipulação: interações enganosas, ilusão de escolha e performatividade das interfaces
dc.title.alternativeAesthetics of manipulation: deceptive interactions, illusion of choice and performativity of interfaces
dc.title.alternativeEstética de la manipulación: interacciones engañosas, ilusión de elección y performatividad de las interfaces
dc.typeArtigo

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