Transmissão vertical do Streptococcus agalactiae: revisão sistemática da literatura científica

dc.creatorPires, Telma Sousa
dc.creatorAmaral, Waldemar Naves do
dc.creatorMoreira, Juliana Lamaro
dc.creatorMoreira, Weslley José Garcia
dc.creatorRodrigues, Bruna Sousa
dc.creatorMedeiros, Hemily Vivian
dc.date.accessioned2026-05-22T14:34:47Z
dc.date.available2026-05-22T14:34:47Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractThis study aimed to conduct a systematic review on maternal colonization by Streptococcus agalactiae (GBS), vertical transmission rates, and associated risk factors across different geographic and socioeconomic contexts. A literature search was performed in PubMed/MEDLINE, Embase, and SciELO. Original studies published in peer-reviewed journals, available in full text, without temporal restriction, addressing maternal colonization prevalence, vertical transmission rates, and/or associated risk factors were included. Only studies involving pregnant women and newborns up to 90 days of age, published in English, Portuguese, or Spanish, were considered, while reviews, case reports, letters to the editor, editorials, conference proceedings, and studies with exclusively animal or in vitro samples were excluded. Data were organized into comparative tables, enabling descriptive synthesis and qualitative analysis. The review identified wide variability in maternal colonization prevalence (4.8% to 32%) and vertical transmission rates (0.0% to 72.3%). The average vertical transmission rate across the included studies was approximately 21% (21.8% by simple mean; 21.2% weighted by sample size), reflecting the variable impact of prophylaxis practices and population differences. Studies with systematic intrapartum prophylaxis reported minimal transmission, whereas contexts without universal screening exhibited high rates. Recurring risk factors included premature rupture of membranes, prolonged labor, prematurity, and low maternal IgG levels. Methodological and geographic heterogeneity underscores the need for universal screening, effective prophylaxis, and continuous surveillance. Furthermore, only a small proportion of identified studies provided data on vertical transmission, highlighting a gap in the literature. In conclusion, these findings emphasize the importance of maternal screening policies, consistent implementation of intrapartum prophylaxis, and maternal immunization strategies to reduce Streptococcus agalactiae vertical transmission and prevent early neonatal infections.
dc.description.resumoEste estudo tem como objetivo realizar uma revisão sistemática sobre a colonização materna pelo Streptococcus agalactiae (EGB), as taxas de transmissão vertical e os fatores de risco associados em diferentes contextos geográficos e socioeconômicos. A busca bibliográfica foi realizada nas bases PubMed/MEDLINE, Embase e SciELO. Foram incluídos estudos originais publicados em periódicos revisados por pares, disponíveis em texto completo, sem restrição temporal, que abordassem a prevalência da colonização materna por Streptococcus agalactiae, as taxas de transmissão vertical e/ou fatores de risco associados. Consideraram-se apenas estudos com gestantes e recém-nascidos de até 90 dias de vida, publicados em inglês, português ou espanhol, excluindo-se revisões, relatos de caso, cartas ao editor, editoriais, anais de congresso e pesquisas com amostras exclusivamente animais ou experimentais in vitro. Os dados foram organizados em quadros e tabelas comparativas, permitindo a síntese descritiva e a análise qualitativa. A revisão identificou ampla variação na prevalência de colonização materna (4,8% a 32%) e na taxa de transmissão vertical (0,0% a 72,3%). A média da taxa de transmissão vertical entre os estudos incluídos foi de aproximadamente 21%, sendo 21,8% pela média simples e 21,2% ponderada pelo tamanho da amostra, evidenciando impacto variável das práticas de profilaxia e diferenças populacionais. Estudos com profilaxia intraparto sistemática apresentaram transmissão mínima, enquanto contextos sem rastreio universal mostraram altas taxas. Entre os fatores de risco recorrentes destacam-se ruptura prematura de membranas, trabalho de parto prolongado, prematuridade e baixos níveis de IgG materna. A heterogeneidade metodológica e geográfica evidencia a necessidade de rastreio universal, profilaxia efetiva e vigilância contínua. Além disso, apenas uma parcela reduzida dos estudos identificados forneceu dados sobre transmissão vertical, destacando uma lacuna na literatura. Em conclusão, os achados reforçam a importância de políticas de triagem materna, implementação consistente de profilaxia intraparto e estratégias de imunização materna para reduzir a transmissão vertical do Streptococcus agalactiae e prevenir infecções neonatais precoces.
dc.identifier.citationPIRES, Telma Sousa et al. Transmissão vertical do Streptococcus agalactiae: revisão sistemática da literatura científica. RCMOS: revista científica multidisciplinar o saber, São Paulo, v. 1, n. 2, p. 1, 2025. DOI: 10.51473/rcmos.v1i2.2025.1513. Disponível em: https://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/1513. Acesso em: 20 maio 2026.
dc.identifier.doi10.51473/rcmos.v1i2.2025.1513
dc.identifier.issn2675-9128
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30462
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RMG)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectStreptococcus agalactiae
dc.subjectTransmissão vertical de doença infecciosa
dc.subjectGestantes
dc.subjectRecém-nascido
dc.subjectStreptococcus agalactiae
dc.subjectInfectious disease transmission
dc.subjectVertical
dc.subjectPregnant women
dc.subjectInfant
dc.subjectNewborn
dc.subject.ODS3 - Saúde e bem-estar
dc.titleTransmissão vertical do Streptococcus agalactiae: revisão sistemática da literatura científica
dc.title.alternativeVertical transmission of Streptococcus agalactiae: systematic review of scientific literature
dc.typeArtigo

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