Variabilidade temporal e espacial da erosividade das chuvas no Estado de Goiás segundo três modelos

dc.creatorPena, Diogo Silva
dc.creatorFerreira, Nilson Clementino
dc.creatorMoreira, Alisson Neves Harmyans
dc.date.accessioned2026-07-28T00:55:14Z
dc.date.available2026-07-28T00:55:14Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractThe Universal Soil Loss Equation (USLE) is widely used to estimate soil erosion, with rainfall erosivity (R) being a key factor. This study evaluated three different methods for estimating the EI30 index in the state of Goiás, proposed by Morais et al. (1991), Lombardi Neto and Moldenhauer (1992), and Silva et al. (1997), using precipitation data from the Climate Hazards Group InfraRed Precipitation with Station Data (CHIRPS) from 1985 to 2017. The annual variability of erosivity was analyzed through linear regressions and statistical tests. Results showed that the average EI30 values for the models of Lombardi Neto and Moldenhauer (1992), Silva et al. (1997), and Morais et al. (1991) were 6,658.82, 6,947.32, and 13,017.70 MJ mm ha⁻¹ h⁻¹ year⁻¹, respectively, with an annual variation of 9.3%. The model by Silva et al. (1997) performed best (R² = 0.9997) and was more compatible with the observed mean values. It was concluded that erosivity varied significantly over time, though with low magnitude, and that the average of the three models adequately represents the spatial and temporal variability of rainfall erosivity in Goiás.
dc.description.resumoA Equação Universal de Perda de Solos (USLE) é amplamente utilizada para estimar a erosão do solo, sendo a erosividade da chuva (R) um dos fatores fundamentais para sua aplicação. Este estudo avaliou três métodos distintos de estimativa do índice EI30 para o estado de Goiás, propostos por Morais et al. (1991), Lombardi Neto e Moldenhauer (1992) e Silva et al. (1997), utilizando dados de precipitação do Climate Hazards Group InfraRed Precipitation with Station Data (CHIRPS) no período de 1985 a 2017. A variabilidade anual da erosividade foi analisada por meio de regressões lineares e testes estatísticos. Os resultados indicaram que os valores médios de EI30 para os modelos de Lombardi Neto e Moldenhauer (1992), Silva et al. (1997) e Morais et al. (1991) foram 6.658,82, 6.947,32 e 13.017,70 MJ mm ha⁻¹ h⁻¹ ano⁻¹, respectivamente, com variação anual de 9,3%. O modelo de Silva et al. (1997) apresentou melhor desempenho (R² = 0,9997) e maior compatibilidade com os valores médios obtidos. Conclui-se que a erosividade variou de forma estatisticamente significativa, mas com baixa magnitude, e que a média dos três modelos representa adequadamente a variabilidade espacial e temporal da erosividade no estado de Goiás.
dc.identifier.citationPENA, Diogo Silva; FERREIRA, Nilson Clementino; MOREIRA, Alisson Neves Harmyans. Variabilidade temporal e espacial da erosividade das chuvas no Estado de Goiás segundo três modelos. Revista Geonorte, Manaus, v. 16, n. 55, p. 206-228, 2025. DOI: 10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.206.228. Disponível em: https://www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/16165. Acesso em: 22 jul. 2026.
dc.identifier.doi10.21170/geonorte.2025.V.16.N.55.206.228
dc.identifier.issne- 2237-1419
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/31215
dc.language.isopor
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentEscola de Engenharia Civil e Ambiental - EECA (RMG)
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectErosão
dc.subjectConservação do solo
dc.subjectFrequência de precipitação
dc.subjectErosion
dc.subjectSoil conservation
dc.subjectFrequency of precipitation
dc.subject.ODS15 - Vida terrestre
dc.titleVariabilidade temporal e espacial da erosividade das chuvas no Estado de Goiás segundo três modelos
dc.typeArtigo

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