“Goiás que a história guardou”: mulheres, ditadura e cultura dos anos 1960

dc.contributor.advisor-co1Soares, Ana Carolina Eiras Coelho
dc.contributor.advisor1Magalhães, Sônia Maria de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8841367325340262por
dc.contributor.referee1Magalhães, Sônia Maria de
dc.contributor.referee2Soares, Ana Carolina Eiras Coelho
dc.contributor.referee3Delgado, Andréa Ferreira
dc.contributor.referee4Capel, Heloísa Selma Fernades
dc.creatorPrado, Paulo Brito do
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9639161981901072por
dc.date.accessioned2014-12-29T15:39:00Z
dc.date.issued2014-04-29
dc.description.abstractThe survey “‘Goiás that history saved’: women, culture and dictatorship in the 1960s,” examines the historical trajectories of two women who lived in the city of Goiás and had their intersecting lives in a period of intense political debate in Brazil. Altair Camargo Steps and Elina Maria da Silva was "found " in 1965 after police action in the city of Goiás, which resulted in the arrest of Elina along with others involved in the projects of the occasion. Among the prisoners, one was the son of Altair Camargo. During the season the arrest of her son, Altair has produced a kind of memorial, a place of memories of prisons in Goiás. This memorial/place of memories has become a major source of historical research since it showed the maternal and feminine reading of prisons in Goiás. After returning from prisons Elina Maria and young prisoners began the project of (re) invention and production of related beliefs vilaboenses traditions and their historical and cultural legacy. As the debate about the need to value this cultural legacy was already something common among the group members, although founded in 1965 with the help of “guardians of memory/history” of Goiás Vilaboense Organization of Arts and Traditions (OVAT). The problems are rooted in the working condition of silence in which women mentioned were maintained. Altair Camargo and Maria Elina played an important role in the political and cultural debate then. They pleaded process keeps local history and belief system in Goiás, however their trajectories, their stories and memories were "saved" and forgotten within the collective memory of Goiás Work analyzed in the following narrative, try to problematize these “silences of history.”eng
dc.description.resumoA pesquisa “‘Goiás que a história guardou’: mulheres, ditadura e cultura nos anos 1960”, estuda as trajetórias históricas de duas mulheres que viveram na cidade de Goiás e que tiveram suas vidas cruzadas em um período de intenso debate político no Brasil. Altair Camargo de Passos e Elina Maria da Silva se “encontraram” em 1965 após ação policial na cidade de Goiás, que resultou na prisão de Elina juntamente com outras pessoas envolvidas nos manifestos da ocasião. Dentre os prisioneiros, um era o filho de Altair Camargo. Durante a temporada de prisão de seu filho, Altair produziu uma espécie de memorial, um lugar de memórias das prisões em Goiás. Este memorial / lugar de memórias se tornou uma importante fonte de investigação histórica, uma vez que evidenciou a leitura materna e feminina das prisões em Goiás. Após retornarem das prisões Elina Maria e os jovens presos deram início ao projeto de (re) invenção e produção de crenças relacionadas às tradições vilaboenses e seu legado histórico e cultural. Como o debate acerca da necessária valorização desse legado cultural já era algo comum entre os componentes do grupo, ainda em 1965 fundaram com a ajuda de “guardiões da memória / história” de Goiás a Organização Vilaboense de Artes e Tradições (OVAT). As problemáticas do trabalho se alicerçam na condição de silêncio em que foram mantidas as mulheres mencionadas. Altair Camargo e Elina Maria desempenharam importante papel no debate político e cultural da época. Elas agenciaram o processo de guarda da história local e o sistema de crenças em Goiás, no entanto suas trajetórias, histórias e suas lembranças ficaram “guardadas” e esquecidas no interior da memória coletiva de Goiás. O trabalho descortinado nas narrativas que se seguem, tentam problematizar estes “silêncios da história”.por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás - FAPEGpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.identifier.citationPRADO, Paulo Brito do. “Goiás que a história guardou”: mulheres, ditadura e cultura dos anos 1960. 2014. 236 f. Dissertação (Mestrado em Historia) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2014.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/3835
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiáspor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentFaculdade de História - FH (RG)por
dc.publisher.initialsUFGpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Historia (FH)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectWomeneng
dc.subjectDictatorshipeng
dc.subjectCultureeng
dc.subjectGoiáspor
dc.subjectMulherespor
dc.subjectDitadurapor
dc.subjectCulturapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
dc.thumbnail.urlhttp://repositorio.bc.ufg.br/tede/retrieve/14255/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%20Paulo%20Brito%20do%20Prado%20-%202014.pdf.jpg*
dc.title“Goiás que a história guardou”: mulheres, ditadura e cultura dos anos 1960por
dc.title.alternative“Goiás kept the story”: women, dictatorship and culture of the 1960eng
dc.typeDissertaçãopor

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