Avaliação do tempo de trânsito orocecal e do teste de tolerância à glicose em pacientes chagasicos e não chagasicos com ou sem constipação intestinal

dc.contributor.advisor1Oliveira, Ênio Chaves de
dc.contributor.referee1Oliveira, Ênio Chaves de
dc.contributor.referee2Rezende Filho, Joffre
dc.contributor.referee3Alves Neto, Onofre
dc.contributor.referee4Silva, Nilsio Antônio da
dc.contributor.referee5Ramos, Gilson Cassen
dc.creatorBafutto, Mauro
dc.date.accessioned2025-02-28T18:39:32Z
dc.date.available2025-02-28T18:39:32Z
dc.date.issued2014-06-10
dc.description.abstractBackground : Most patients with chagasic megacolon presents constipation. However in about one third of patients, despite the megacolon, bowel habits are normal.On the other hand, Chagasic patients may show constipation without evidence of colonic involvement.Thus, the determining factors of constipation in Chagas disease, are not completely understood. The question then arises: if it's not the megacolon solely responsible for constipation, what other factors are involved? In an attempt to answer this question, we evaluated the possibility of involvement not only of the colon, but also of the small intestine, very important organ in the absorption of nutrients and the formation of fecal bolus. This study evaluated whether there is change on orocecal transit and glucose absorption in the small intestine of Chagasic patients and non Chagasic with or without constipation by orocecal transit time measurement and the oral glucose tolerance test. Methods :Six groups of patients were studied: 1) – control group-Without constipation without megacolon and negative for Chagas disease serology; 2)-With constipation without megacolon and negative serology for Chagas disease; 3)-With constipation without megacolon and positive serology for Chagas disease; 4)-Without constipation without megacolon and positive serology for Chagas disease, 5)-With constipation with megacolon and positive serology for Chagas disease. 6)-Without constipationwith megacolon and positive serology for Chagas disease. For measurement of the orocecal transit time was used the H2 expired test. Results : It was observed a great extension of this time in the Group of patients with chagasic megacolon and constipation, which was statistically significant (p=0,001) when compared to all the other groups studied. It was observed that this time is greater in constipated than not constipated (p=0,005). The oral glucose tolerance test used in the evaluation of glycemic curve, showed that blood glucose levels were lower in Chagas disease patients, with statistically significant difference in relation to patients with Chagasic constipation and/or megacolon at 30 (p=0,003),60(p=0,005) e 90 minutes (p=0,001). It was interesting to note that patients with constipation and megacolon, were the only ones among all groups, which showed statistically significant difference at the same time both for the glucose tolerance test as to orocecal transit time. In conclusion, Chagasic patients with constipation and megacolon the orocecal transit time is delayed and during glucose tolerance test present highest rates of blood glucose.These data can correspond to a dysfunction of peristalsis and glucose absorption in the small intestine in patients with Chaga´s disease presenting with megacolon and constipation.eng
dc.description.resumoIntrodução: A maioria dos pacientes com megacolon chagásico apresenta constipação.No entanto, cerca de um terço destes,apesar do megacolon, evoluem com hábito intestinal normal.Por outro lado, pacientes chagásicos podem apresentar constipação sem evidência de comprometimento colônico.Assim, os fatores determinantes da constipação intestinal na Doença de Chagas, não estão completamente esclarecidos e surge a seguinte questão: se não é o megacolon o único responsável pela constipação, que outros fatores estariam envolvidos? Este estudo avaliou a possibilidade de haver acometimento não somente do cólon, mas também do intestino delgado, órgão muito importante na absorção de nutrientes e na formação do bolo fecal. Avaliou-se neste estudo se existe alteração do trânsito orocecal e da absorção de glicose no intestino delgado em pacientes chagásicos e não chagásicos com ou sem constipação intestinal por meio da medida do tempo de trânsito orocecal e do teste de tolerância oral da glicose. Material e métodos : Foram estudados seis grupos de pacientes: 1) – Grupo controle - Sem constipação, sem megacólon e sorologia negativa para doença de Chagas;2) - Com constipação, sem megacólon e sorologia negativa para doença de Chagas;3) - Com constipação, sem megacólon e sorologia positiva para doença de Chagas;4) – Sem constipação, sem megacólon e sorologia positiva para doença de Chagas, 5) - Com constipação, com megacólon e sorologia positiva para doença de Chagas.6) – Sem constipação, com megacólon e sorologia positiva para doença de Chagas. Para medida do tempo de trânsito orocecal foi utilizado o teste do H2 expirado. Resultados : Foi observado um grande prolongamento deste tempo no grupo de pacientes chagásicos com megacólon e constipação, o que foi estatisticamente significativo (P=0,001) quando comparado a todos os outros grupos estudados. Foi igualmente observado que este tempo é maior em constipados do que não constipados (p=0,005). O teste oral de tolerância à glicose utilizado na avaliação da curva glicêmica, demonstrou que os índices foram estatisticamente menores nos não chagásicos, em relação aos pacientes chagásicos com constipação e/ou megacólon aos 30 (p=0,003),60(p=0,005) e 90 minutos (p=0,001). Foi interessante observar que os pacientes com constipação e megacólon, foram os únicos dentre todos grupos estudados, que apresentaram simultaneamente diferença estatisticamente significativa tanto para o teste de tolerância a glicose como para o tempo de transito orocecal. Em conclusão, os pacientes chagásicos com constipação e megacólon apresentam retardo do tempo de transito orocecal e uma maior quantidade de glicose sanguínea verificada durante o teste de tolerância à glicose. Estes dados sugerem uma disfunção da peristalse e da absorção de glicose no intestino delgado de pacientes chagásicos com constipação e megacólon.
dc.identifier.citationBAFUTTO, Mauro. Avaliação do tempo de trânsito orocecal e do teste de tolerância à glicose em pacientes chagasicos e não chagasicos com ou sem constipação intestinal. Orientador: Ênio Chaves de Oliveira. 2014. 75 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Goiás, 2014.
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/13889
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina - FM (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Saúde (FM)
dc.rightsAcesso Embargado
dc.subjectMegacólonpor
dc.subjectConstipaçãopor
dc.subjectDoenças de Chagaspor
dc.subjectMegacoloneng
dc.subjectConstipationeng
dc.subjectChagas' Diseaseeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::DOENCAS INFECCIOSAS E PARASITARIAS
dc.titleAvaliação do tempo de trânsito orocecal e do teste de tolerância à glicose em pacientes chagasicos e não chagasicos com ou sem constipação intestinal
dc.typeTese

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