Paisagens do perten(ser): dinâmicas autobiogeográficas entre o cerrado e o mar

dc.contributor.advisor1Silva, Odinaldo da Costa
dc.contributor.referee1Silva, Odinaldo da Costa
dc.contributor.referee1Rodrigues, Manoela dos Anjos Afonso
dc.contributor.referee1Oliveira, Wolney Fernandes de
dc.creatorFróes, Taíssa Lopes
dc.date.accessioned2026-02-19T14:53:59Z
dc.date.available2026-02-19T14:53:59Z
dc.date.issued2024-12-09
dc.description.abstractThe research Landscapes of Belonging: Autobiogeographic Dynamics between the Cerrado and the Sea aims, through research of an autobiographical nature, to discuss the relationship between my artistic productions, the landscapes relating to the Cerrado and the Sea, and the understanding of space as an agent of belonging. Using collage as a central methodology, I use the techniques of video art, stop motion, photography and drawing and writing, analyzing my artistic process from these places that are symbols of so many essential memories in my development, not only as an artist, but also as an individual. I evoke artists and their creations, which have somehow shaped my work and the way I merge with the spaces I have lived, live and will live in. In an autobiographical echo, I look to my belonging for the chance to interweave landscapes that are so far away, but so close to those who hold them close to their hearts.
dc.description.resumoA pesquisa Paisagens do Perten(Ser): Dinâmicas Autobiogeográficas entre o Cerrado e o Mar pretende, através da investigação de caráter autobiográfico, discutir a relação entre minhas produções artísticas, as paisagens referentes ao Cerrado e ao Mar, e o entendimento do espaço enquanto agente do pertencer. Utilizando como metodologia central a Colagem, atravesso as técnicas de videoarte, stop motion, fotografia, desenho e escrita, analisando meu processo artístico tendo como ponto de partida estes lugares que são símbolos de tantas memórias essenciais em meu desenvolvimento, não apenas como artista, mas também como indivíduo. Evoco artistas e suas criações, que, de algum modo, moldaram meu fazer e o jeito de me fundir aos espaços que vivi, vivo e viverei. Em um eco autobiogeográfico, busco no meu pertencimento a chance de entrelaçar paisagens tão distantes, mas tão próximas para quem as guarda no coração.
dc.identifier.citationFRÓES, Taíssa Lopes. Paisagens do perten(ser): dinâmicas autobiogeográficas entre o cerrado e o mar. 2024. 83 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Artes Visuais) - Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2024.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29667
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseArtes Visuais (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Artes Visuais - FAV (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectColagem
dc.subjectCerrado
dc.subjectMar
dc.subjectPaisagem
dc.subjectPertencimento
dc.subjectCollage
dc.subjectCerrado
dc.subjectSea
dc.subjectLandscape
dc.subjectBelonging
dc.titlePaisagens do perten(ser): dinâmicas autobiogeográficas entre o cerrado e o mar
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

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