Desconstruindo imagens: representações visuais da evolução dos hominídeos e a problematização da “marcha para o progresso"

dc.creatorGoldschmidt, Andréa Inês
dc.creatorGuimarães, Simone Sendin Moreira
dc.date.accessioned2026-06-11T12:18:38Z
dc.date.available2026-06-11T12:18:38Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractThis qualitative study collected 2.622 images of human evolution available online via Google Images using the descriptors "human evolution, "hominid evolution" and "Homo sapiens evolution". It analyzed 740 of them. It aimed to identify the epistemological conceptions in these images and assess whether they foster an adequate understanding of the evolutionary process in science education. The images analyzed yielded three categories, showing that 47.16 % presented a linear view of the evolutionary process through parodies; 36.62 % presented a linear view of the evolutionary process; and only 16.22 % presented a cladogenic view. Many of the illustrations reinforce misconceptions, such as the evolution from ape to human, in addition to highlighting androcentric and Eurocentric representations, with humans almost exclusively represented as male. The results indicate that most of the images reproduce simplified, linear, and erroneous views of evolution, corroborating scientific denialism regarding androcentrism and Eurocentrism, indicating the supremacy of races. Such results undermine scientific understanding of the evolutionary process, perpetuating myths such as the idea of continuous progress. The scarcity of cladogenetic images, which adequately represent the branching of species from common ancestors, reveals the need for critical teacher training, providing opportunities for visual literacy. The study highlights that the uncritical use of misleading images available in digital media poses a challenge to scientific literacy, requiring pedagogical mediation to avoid misinterpretations and cultural and gender stereotypes in the teaching of human evolution.
dc.description.abstractEste estudio cualitativo recopiló 2.622 imágenes sobre la evolución humana, disponibles en línea a través de Google Imágenes, utilizando los descriptores "evolución humana", "evolución del hombre", "evolución de los homínidos" y "evolución del Homo sapiens". Se analizaron 740 de ellas. El objetivo era identificar las concepciones epistemológicas presentes en estas imágenes y evaluar si fomentaban una comprensión adecuada del proceso evolutivo en la enseñanza de las ciencias. Las imágenes analizadas se clasificaron en tres categorías: el 47.6 % presentaba una visión lineal del proceso evolutivo mediante parodias; el 36.62 % presentaba una visión lineal del proceso evolutivo; y solo el 16.22 % presentaba una visión cladogénica. Muchas de las ilustraciones refuerzan ideas erróneas, como la evolución del simio al ser humano, además de destacar representaciones androcéntricas y eurocéntricas, representando a los humanos casi exclusivamente como varones. Los resultados indican que la mayoría de las imágenes reproducen visiones simplificadas, lineales y erróneas de la evolución, lo que corrobora el negacionismo científico respecto al androcentrismo y el eurocentrismo, indicando la supremacía de las razas. Estos resultados socavan la comprensión científica del proceso evolutivo, perpetuando mitos como la idea del progreso continuo. La escasez de imágenes cladogenéticas, que representan adecuadamente la ramificación de las especies a partir de ancestros comunes, revela la necesidad de una formación docente crítica que ofrezca oportunidades para la alfabetización visual. El estudio destaca que el uso acrítico de imágenes engañosas disponibles en medios digitales supone un desafío para la alfabetización científica, lo que requiere mediación pedagógica para evitar interpretaciones erróneas y estereotipos culturales y de género en la enseñanza de la evolución humana.
dc.description.resumoEste estudo qualitativo levantou 2.622 imagens sobre evolução humana disponíveis on-line, coletadas via Google Imagens com os descritores “evolução humana”, “evolução do homem”, “evolução de hominídeos” e “evolução de Homo sapiens” e analisou 740. Objetivou identificar as concepções epistemológicas nessas imagens e avaliar se elas favorecem uma compreensão adequada do processo evolutivo no ensino de ciências. As imagens analisadas possibilitaram três categorias, evidenciando que 47.16 % apresentavam uma visão linear do processo evolutivo por paródias; 36.62 % uma visão linear do processo evolutivo e apenas 16.22 % apresentavam uma visão cladogênica. Muitas das ilustrações reforçam ideias equivocadas, como a evolução do macaco para o ser humano, além de evidenciar representações androcentradas e eurocêntricas, com quase exclusividade do ser humano representado como masculino. Os resultados indicam que grande parte das imagens reproduz visões simplificadas, linearistas e errôneas da evolução, corroborando o negacionismo científico acerca do androcentrismo e eurocentrismo, e indicando a supremacia de raças. Tais resultados prejudicam a compreensão científica do processo evolutivo, perpetuando mitos como da ideia de progresso contínuo. A escassez de imagens cladogenéticas, que representam adequadamente a ramificação das espécies a partir de ancestrais comuns, revela a necessidade de formação crítica docente, oportunizando um letramento visual. O estudo evidencia que a utilização acrítica de imagens equivocadas disponíveis nas mídias digitais representa um desafio para a alfabetização científica, demandando mediação pedagógica para evitar interpretações errôneas e estereótipos culturais e de gênero no ensino da evolução humana.
dc.identifier.citationGOLDSCHMIDT, Andréa Inês; GUIMARÃES, Simone Sendin Moreira. Desconstruindo imagens: representações visuais da evolução dos hominídeos e a problematização da “marcha para o progresso". Bio-grafia, Bogotá, v. 19, n. 36, p. 61-76, 2026. DOI: 10.17227/bio-grafia.vol.19.num36-23341. Disponível em: https://revistas.upn.edu.co/index.php/bio-grafia/article/view/23341. Acesso em: 10 jun. 2026.
dc.identifier.doi10.17227/bio-grafia.vol.19.num36-23341
dc.identifier.issn2027-1034
dc.identifier.issne- 2619-3531
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/30659
dc.language.isopor
dc.publisher.countryColombia
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicas - ICB (RMG)
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ensino na Educação Básica
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectCladogênese
dc.subjectEnsino de ciências
dc.subjectEurocentrismo
dc.subjectEvolução humana
dc.subjectImagens didáticas
dc.subjectNegacionismo
dc.subjectCladogenesis
dc.subjectDenialism
dc.subjectDidactic images
dc.subjectEurocentrism
dc.subjectHuman evolution
dc.subjectScience teaching
dc.subjectCladogénesis
dc.subjectEnseñanza de las ciencias
dc.subjectEurocentrismo
dc.subjectEvolución humana
dc.subjectImágenes didácticas
dc.subjectNegacionismo
dc.subject.ODS4 - Educação de qualidade
dc.titleDesconstruindo imagens: representações visuais da evolução dos hominídeos e a problematização da “marcha para o progresso"
dc.title.alternativeDeconstructing images: visual representations of hominid evolution and problematization of the “march towards progress”
dc.title.alternativeDeconstruyendo imágenes: representaciones visuales de la evolución de los homínidos y problematización de la “marcha hacia el progreso"
dc.typeArtigo

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