Nerologismo: das palavras que inventei pra me (re)encontrar

dc.contributor.advisor1Sá, Rubens Pigeli da Silva
dc.contributor.referee1Sá, Rubens Pilegi da Silva
dc.contributor.referee1Moraes, Juliano Ribeiro de
dc.contributor.referee1Chaud, Eliane Maria
dc.creatorQueiroz Neto, Evaldo Fernandes
dc.date.accessioned2026-01-12T15:40:46Z
dc.date.available2026-01-12T15:40:46Z
dc.date.issued2025-11-28
dc.description.abstractNeologismo, for me, develops in a way similar to the word Merz, which for the German artist Kurt Schwitters (1887–1948) served to designate his artistic processes and his own style, becoming a term that synthesized and permeated his entire creative practice. In the same way, this research aims to introduce a neologism as a naming term for my creative process and to investigate how memory, mass popular culture, and language can operate upon this concept as a creative and artistic methodology. Furthermore, it seeks to explore, through a practical-investigative study of authorial productions and experiments, how recurrence and exhaustion permeate these processes and structures. That is, exhaustion as a metaphor for the production of two-dimensional visual objects and digital experimentations, where the use of word and image simultaneously dialogues with visual poetry and artistic drawing.
dc.description.resumoNerologismo, para mim, desenvolve-se de forma semelhante à palavra Merz, que para o artista alemão Kurt Schwitters (1887-1948) servia para designar seus processos artísticos e seu próprio estilo, tornando-se um termo que sintetizava e atravessava todo o seu processo criativo. De mesmo modo, esta pesquisa tem como objetivo introduzir um neologismo como termo nomeador do meu processo criativo e investigar de que forma a memória, a cultura popular de massa, a linguagem podem operar sobre esse conceito enquanto metodologia criativa e artística. Além disso, busca-se explorar, a partir de um estudo prático-investigativo das produções e experimentações autorais, como os retornos e o cansaço permeiam esses processos e estruturas. Isto é, o cansaço como metáfora para a produção de objetos visuais bidimensionais e experimentações digitais, onde o uso da palavra e da imagem dialogam com a poesia visual e com o desenho artístico, ao mesmo tempo.
dc.identifier.citationQUEIROZ NETO, Evaldo Fernandes. Nerologismo: das palavras que inventei pra me (re)encontrar. 2025. 199 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Artes Visuais) - Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.bc.ufg.br//handle/ri/29364
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.courseArtes Visuais (RMG)
dc.publisher.departmentFaculdade de Artes Visuais - FAV (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectArtes visuais
dc.subjectArte contemporânea
dc.subjectProcesso criativo
dc.subjectPoesia visual
dc.subjectTrocadilhos
dc.subjectVisual arts
dc.subjectContemporary art
dc.subjectCreative process
dc.subjectVisual poetry
dc.subjectWordplay
dc.titleNerologismo: das palavras que inventei pra me (re)encontrar
dc.typeTrabalho de conclusão de curso de graduação (TCCG)

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