Clínica artivista decolonial: corpos-telas em cenas sociais, storyboards crips e produção de diferenças

dc.contributor.advisor1Hur, Domenico Uhng
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9021644568209077
dc.contributor.referee1Hur, Domenico Uhng
dc.contributor.referee2Galindo, Dolores Cristina Gomes
dc.contributor.referee3Cassoli, Tiago
dc.creatorPereira, José Arnaldo
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3560803388391726
dc.date.accessioned2024-12-09T11:51:13Z
dc.date.available2024-12-09T11:51:13Z
dc.date.issued2024-06-28
dc.description.abstractColonization is a phenomenon that generates oppression, exclusion and injustice, acting through the suppression of differences and bodies that do not fit into hegemony. With this in mind, psychology, artivism and decoloniality can establish alliances to counter this system. From this perspective, the objective of this research is to track how different groups of people engage in artivist experiments. Furthermore, we seek to discuss the formation of artivism as a tool and how it can be integrated as a clinical practice and decolonial device. To achieve this, this research had as its method an alliance between Cartography, Performance and Artivism, as a positioning of social intervention, favoring the multiplication of modes of subjectivation, tensions, tools and social transformation, invested in experiments carried out with 10 participants. This research produced crip storyboards of the show and short scenes, made by participants in the artivist experimentation, highlighting in its production and formulation a collective aesthetic inscribed based on the participants' differences. As well, there was an invention of the body-screen notion in social scenes, signaled in 8 (eight) intensities, namely: Construction, distribution and reconfigurations of power; Mobilizations between Authority and Submission: A Look at the Dynamics of Power and Responsibility; About bodies and their particularities: the urgencies and priorities are different; Artivist experimentation, the tensions of being understood and other configurations of power; Did you plan to go wrong? The normative world plans for me, someone different, to be the mistake!; Artivist experimentation, production of imaginaries and unthought-of impossibilities, until then: if there is an opportunity, it is possible to invent!; How to mobilize differences in favor of meetings, listening and dialogue: attempts at experimentation; and When differences attribute aesthetics, how can normative ones feel?eng
dc.description.resumoA colonização é um fenômeno que gera opressão, exclusão e injustiças, atuando a partir da supressão das diferenças e corpos que não se enquadram na hegemonia, tendo isto em vista a psicologia, o artivismo e a decolonialidade podem estabelecer alianças para contrapor este sistema. Por este viés, o objetivo desta pesquisa é rastrear como diferentes grupos de pessoas se engajam em experimentações artivistas. Além disso, busca-se discutir a formação do artivismo como uma ferramenta e como pode se integrar como prática clínica e dispositivo decolonial. Para isso, esta pesquisa teve como método uma aliança entre Cartografia, a Performance e o Artivismo, como posicionamento de intervenção social, favorecendo a multiplicação de modos de subjetivação, tensionamentos, ferramentas e transformação social, investido em experimentações realizadas com 10 participantes. Esta pesquisa produziu storyboards crips do espetáculo e das curtas cenas, feito pelos participantes da experimentação artivista, ressaltando na sua produção e formulação de uma estética coletiva inscrita a partir das diferenças dos participantes. Bem como, houve invenção da noção corpo-tela em cenas sociais, sinalizadas em 8 (oito) intensidades, sendo elas: Construção, distribuição e reconfigurações do poder; Mobilizações entre Autoridade e Submissão: Um Olhar sobre as Dinâmicas do Poder e da Responsabilidade; Sobre os corpos e suas particularidades: as urgências e prioridades são diferentes; Experimentação artivista, as tensões de se estar sendo compreendidos e outras configurações de poder; Vocês planejaram para dar errado? O mundo normativo planeja para que eu, um diferente, seja o erro!; Experimentação artivista, produção de imaginários e impossibilidades impensadas, até então: se há oportunidade, é possível inventar!; Como mobilizar as diferenças em prol de encontros, escutas e diálogos: tentativas de experimentações; e Quando as diferenças atribuem estética, como podem se sentir os normativos?
dc.identifier.citationPEREIRA, J. A. Clínica artivista decolonial: corpos-telas em cenas sociais, storyboards crips e produção de diferenças. 2024. 121 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2024.
dc.identifier.urihttp://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/13709
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentFaculdade de Educação - FE (RMG)
dc.publisher.initialsUFG
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Psicologia (FE)
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectPsicologiapor
dc.subjectArtivismopor
dc.subjectDecolonialidadepor
dc.subjectCartografiaspor
dc.subjectDiferençaspor
dc.subjectPsychologyeng
dc.subjectArtivismeng
dc.subjectDecolonialityeng
dc.subjectCartographieseng
dc.subjectDifferenceseng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
dc.titleClínica artivista decolonial: corpos-telas em cenas sociais, storyboards crips e produção de diferenças
dc.title.alternativeDecolonial artivist clinic: screen-bodies in social scenes, storyboards crips and production of diferenceseng
dc.typeDissertação

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